quarta-feira, 4 de maio de 2011

Kung Fu a bordo de aviões chineses

Pelo menos três vezes por semana, as assistentes de uma companhia aérea chinesa, lidam com passageiros bêbados, que tentam agarrá-las.

Para resolver o problema, a companhia aérea resolveu certificar as assistentes com um curso de kung-fu.


Wing-Chu, foi o método escolhido, porque é adequado a derrubar um agressor em questão de segundos, em ambientes de pouco espaço.

- É para a segurança delas e dos outros passageiros que estão a aprender artes marciais. Este tipo de kung-fu funciona melhor em lutas a pequenas distâncias, por isso é ideal para um avião - disse o instrutor Sifu Lu Heng, segundo o site “Orange News”.

Os passageiros que se cuidem.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Encontrda a FDR (caixa negra) do voo da Air France, AF 447

Uma das caixas negras, com os parâmetros do voo do Airbus da Air France que se despenhou em 2009 ao largo da costa brasileira, foi encontrada e está "em bom estado", anunciou fonte ligada à investigação do acidente.

"A equipa de inquérito localizou e identificou o módulo de memória do gravador de parâmetros - Flight Data Recorder (FDR) - às 10 horas (11 horas em Portugal Continental", disse a fonte, citada pela agência francesa AFP.

A queda do avião, um Airbus A330 da Air France que se despenhou no dia 1 de Junho de 2009 no Oceano Atlântico, quando efectuava a ligação Rio de Janeiro-Paris, provocou 228 mortos.

Os investigadores anunciaram na quarta-feira a recuperação do chassis da caixa negra, mas sem o módulo de memória, com os dados que poderiam ajudar a explicar o desastre.

O módulo de memória terá sido separado do chassis no momento do impacto na água.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Encontrado o chássi da "caixa preta" do voo AF 447

Investigadores franceses conseguiram localizar nesta quarta-feira o chassi de uma das caixas-pretas, - que realmente é de côr alaranjada, - do avião da Air France que caiu no Oceano Atlântico em 2009.

O chassi que foi encontrado é do equipamento que gravou os parâmetros técnicos do voo, mas a caixa-preta foi localizada sem a unidade que armazena dados, informou o Escritório de Investigação e Análises (BEA, na sigla em francês), órgão francês que investiga as causas do acidente.

Na prática, isso significa que apenas a “carcaça” da famigerada caixa-preta foi encontrada, mas sem o componente que contém os dados técnicos do voo, necessários para desvendar as causas do acidente que matou 228 pessoas.

O BEA informou continuam as buscas pela unidade de memória desaparecida e também pela segunda caixa-preta do voo, que pode ter gravados os diálogos entre os pilotos. Essa caixa-preta também é considerada fundamental para entender os motivos da tragédia.

“Durante o primeiro mergulho do robô Remora 6000, que durou mais de 12 horas, o chassi do gravador de voo do avião – Flight Data Recorder, foi encontrado sem o módulo que protege e que contém os dados (o módulo de memória)”, diz o comunicado.

O módulo que guarda os dados do voo, que tem a forma de uma pilha redonda de grande tamanho, é denominado Crash Survivable Memory Unit.

Segundo o BEA, o chassi da caixa-preta estava rodeado por destroços pertencentes a outras partes do avião da Air France.

O robô realizou o seu primeiro mergulho na terça-feira e o segundo na manhã desta quarta-feira, informo ainda o BEA.

A prioridade desta quinta fase de buscas é localizar as duas caixas-pretas do avião.

O voo AF 447 caiu no Atlântico em 31 de Maio, após descolar do Rio de Janeiro com destino a Paris.

Fonte: Daniela Fernandes BBC Br.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

As diversas fardas das assistentes de bordo

Assistentes da Southwest Airliners, a primeira companhia a usar mini saias. Foto tirada em 18 de Junho de 1971.

Esta é a segunda geração de uniformes da United Airliners que foi usado de 1933-36.


Modelo Verão e Inverno da Delta em 1940-41, detalhe do DC 3 como cenário.

Ainda na Delta, modelo Inverno de 1965-68.

Air West.Modelo "futurista" de 1968.


Os voos para o Havaí tinham modelos especiais.

Qantas em 1974.


Delta em 1970.


American Airliners em 1974.

Pacifc Southwest Airliers, em 1973, está companhia era conhecida por pintar sorrisos nos narizes dos aviões.

Super Jumbo 747 no ínicio dos anos 70.

Este é certamente o uniforme mais feio, criado até hoje. As Aerobananas da Hughes Airliners em 1970.

Delta em 1976, no estilo saloio.


Qantas 1974-85.

Southwest nos anos 2000.

Delta em 2006, modelo usado até os dias de hoje.


Delta, actualmente.


Fonte: Daniel Tognon, no Aviões e Companhia

terça-feira, 12 de abril de 2011

Caixa prêta do Voo 447 da Air France,terá sido localizada.

Foi localizada a parte do avião em que fica guardada a caixa-preta do voo 447, que matou 228 pessoas em 2009.

A informação foi confirmada pela AFV,( Associação de Famílias das Vítimas), que foram informados pelo BEA ( Departamento de Investigação e Análise), em reunião na passada,segunda-feira, 11 de Abril de 2011.

“O robô localizou a cauda onde ficam localizadas as caixas-pretas”, afirmou o porta voz da AFV, no Brasil. Explicou ainda, que a previsão é de que nas próximas três semanas uma outra empresa participe nos trabalhos de buscas com uma espécie de guindaste para retirar a cauda e, com ela, as caixas-pretas.
A noticia, vai auxiliar as famílias com processos movidos contra a Air France, que operava o voo, e contra a Airbus, fabricante do avião.

“Com isso, a esperança duplica. Houve irresponsabilidade do fabricante da aeronave e houve problemas de manutenção da Air France. Isto vai confirmar o que vem sendo dito”, concluiu, o porta voz da AFV.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Airbus A320 NEO, à procura da ecoeficiência

Winglets para maior eficiência, motores que reduzem a emissão de gases e ruídos são algumas das melhorias apresentadas.

Com a aprovação do conselho de directores da EADS, a mais nova variante da mais vendida família de aviões, o A320, recebeu luz verde no começo de Dezembro.

“NEO significa New Engine Option", explicou John Leahy, o Director de Operações da Airbus, a um grupo de Clientes da Airbus, por ocasião da apresentação desta nova versão.

“Oferecemos esta opção para a actual família de aeronaves. Além disso, existem duas escolhas: o modelo Pratt&Whitney Geared-Turbofan Pure Power PW1100G, um moderníssimo, silencioso e económico motor, e o CFM International com o novo e avançado LEAP-X. Ambos proporcionam uma economia de combustível de 15%.”

Segundo Leahy, graças aos novos motores, o A320 consome cerca de 1,4 milhão de litros a menos de querosene por ano e reduz em 3 600 toneladas os óxidos nitrosos expelidos. Além disso, o alcance da família A320 NEO aumentará em 950 km ou, carga útil de até mais 2 toneladas.

Mesmo com limitação de verbas, a Airbus foi capaz de fazer os investimentos necessários. O fabricante “teria de gastar em torno de um bilião de euros em novas versões”, informou Leahy.

Não havia a necessidade de se desenvolver um novo avião, pois ele ainda é um sucesso no seu formato original. Mais de 4 400 Airbus A320 encontram-se em operação no mundo e cerca de 6 700 modelos foram encomendados até ao momento.

Com as modificações, a família A320 poderá permanecer em produção por tempo ainda maior, pois a Airbus espera vender pelo menos 4 000 unidades NEO.

Para Leahy, tecnologias inovadoras para futuros motores e aeronaves não estarão prontas para o mercado antes de meados de 2020. “Isso só será possível lá para 2025. Hoje não existe a tecnologia para um projecto totalmente novo, mesmo que existam opiniões divergentes. Preferimos investir os nossos recursos em motores novos”.

Ainda não está claro o que representará em custos para os clientes a aquisição dos A320 com os novos motores. Há algum tempo, Leahy aventou que se poderia cobrar uma sobretaxa correspondente à metade do valor líquido proporcionado pela economia de combustível. Cerca de 7 a 8 milhões de dólares por aeronave.

A Airbus pretende iniciar a entrega das primeiras aeronaves modificadas a partir do primeiro trimestre de 2016. O cliente de lançamento do A320neo será a IndiGo e já há encomendas de outras companhias, como a Virgin America.

O A321 NEO para o qual já há encomendas da Finnair e da Thomas Cook, será o maior beneficiado, pois a Airbus pretende promove-lo nos EUA como substituto dos jactos da antiquada frota doméstica de Boeing 757. Para tanto, o A321 com carga total precisa ser capaz de ligar sem escalas as costas Leste e Oeste – um feito marginal na configuração actual.

A partir do final de 2012, a Airbus poderá entre­gar – como opção – os A320 equipados com os novos Sharklets nas pontas das asas, que deverão reduzir o consumo de combustível , no mínimo, 3,5%. A partir de 2013, esta opção se estender-se á, aos demais modelos da família. Com os novos motores e os Sharklets o A321 NEO aumentará em muito, o seu alcance.

A Airbus anunciou que vai oferecer o A319, A320 e A321 também na versão NEO. Entretanto, não se fala do A318. O menor modelo não será modificado para os novos motores. Ainda não se sabe se, nas três salas de montagem final do A320, Toulouse, Hamburgo e Tianjin, os modelos clássicos e os NEO, serão fabricados lado a lado ou se haverá uma diferenciação entre as fábricas envolvidas exclusivamente com este modelo e o clássico.

Com a continuidade da produção em larga escala da família A320, a Airbus poderá reduzir ainda mais os custos de produção dos seus “best-sellers”.

A partir de 2011, a cadência de produção aumentará de 36 para 38 aeronaves por mês. No primeiro trimestre de 2012, serão produzidos até 40 Airbus de fuselagem estreita por mês.

Em comparação, a Boeing, segundo as informações mais recentes do seu director de marketing Randy Tinseh, aumentará a cadência de produção dos modelos 737 para 38 unidades ao mês até 2013. Devemos lembrar que os norte-americanos utilizam em Renton, junto a Seattle, uma só linha de montagem final.

Com o A320 NEO, a Airbus não prevê exigências técnicas maiores do que modificações limitadas nas asas e na suspensão dos motores. No caso da fuselagem, a Airbus afirma que o grau de coincidência dos componentes nos A320 e A320 NEO, é superior a 95%.

“A organização dos recursos necessários para o A320 NEO não foi brincadeira”, afirma Tom Enders, presidente da Airbus. “O empreendimento só se tornou possível com um escalonamento rígido dos diversos recursos técnicos mais importantes nos nossos diferentes programas de desenvolvimento, bem como a optimização do gerenciamento e a organização de todos os nossos programas e projectos de pesquisa e desenvolvimento”.

Os centros técnicos internacionais, fornecedores e parceiros também tiveram um papel preponderante para o êxito da iniciativa. “O A320 NEO oferece o máximo em utilização com modificações mínimas”, explica Enders. “Tornamos um avião de projecto maduro e elevada confiabilidade num avião ainda mais eficiente e amigo do meio ambiente. Temos a certeza de que o A320 NEO será um sucesso em todos os mercados do mundo.”

Fonte: Aviao Revue

sábado, 2 de abril de 2011

O estranho, Edgley EA-7 Optica

O Edgley EA-7 Optica é uma aeronave britânica leve, destinada ao trabalho de observação. Foi concebida como uma alternativa barata aos helicópteros. O seu preço inicial era de aproximadamente, € 140.500.000,00.

O EA-7 Optica foi desenhado por John Edgley e construído pela Brooklands Aerospace. Tem uma configuração incomum, com uma grande cabine de vidro, logo seguida por um motor, Lycoming de 6 cilindros, e trem de aterragem fixo.

Voou pela primeira vez em 14 de Dezembro de 1979, conduzido pelo piloto-chefe da Cranfield College of Aeronautics e entrou em produção em 1983, obtendo a certificação em 1985. Ainda em 1985, um acidente matou 2 policias. A causa da queda da aeronave foi provavelmente um stall de baixa velocidade, mas a verdadeira razão da queda, é uma incógnita até hoje.

O acidente provocou a falência do Edgley e para piorar a situação um incêndio destruiu a fábrica, mas a empresa, sobreviveu. Juntos, a Optica e a Brooklands Aerospace retomaram a produção, mas em 1990, foi novamente encerrada, devido á falência da Brooklands.

Existem 2 exemplares a voar nos USA, 2 na Austrália e 2 no Reino Unido.

O Design da Óptica, foi comprado por John Edgley, mais uma vez, juntamente com o projecto para a Sprint FLS 160).

Edgley pretende retomar a produção destes dois projectos.


Características Gerais:

Tripulação: Um piloto
Capacidade: 2 passageiros
Comprimento: 8,15 m (26 ft 9 in)
Envergadura : 12,0 m (39 pés 4)
Altura: 2,31 m (7 pés 7)
Área da Asa: 15,8 m² (171 km ²)
Aerofólio : GA NASA (W) -1
Peso vazio : 948 kg (2.090 £)
Útil de carga: 367 kg (810 lb)
Peso máximo de decolagem : 1,315 kg (2.900 lb)
Powerplant: Textron Lycoming IO-540-V4A5D, motor de pistón/6 cilindros, 194 kW (200 cv)
Hélices: cinco pás no ventilador

Desempenho

Nunca exceder a velocidade : 259 km/h (140 nós, 161 mph)
Velocidade máxima : 213 km/ha (115 nós, 132 mph)
Velocidade de cruzeiro : 130 km/h, 81 mph)
Velocidade de stall : 108 km/h (58 nós, 67 mph)
Alcance : 1,056 km
Endurance : 8 h
Tecto de serviço : 4.275 m (14.000 pés)
Taxa de subida : 4,12 m/s (810 ft / min)
Carregamento da asa : 83,0 kg/m² (17,0 lb-ft ²)
Energia / massa : 0,148 kW/kg (£ 0,0897 / hp)

Avionics

1 x IR / câmera da Torre na baía do nariz.
1 x Altifalante Skyshout (equipamento da polícia)

quinta-feira, 31 de março de 2011

Monomotor comandado por touch-screen será entregue em 2012

A Cessna Aircraft Company, exibiu nesta terça-feira o Corvalis TTX, o mais novo modelo desse monomotor de alta performance e que deve começar a ser entregue em 2012.

O modelo - apresentado na Florida, durante a Feira Internacional de Aviação Sun 'n Fun - é o único no mundo comandado por écran, touch-screen e o primeiro avião sem qualquer instrumento analógico.

O Corvalis TTX será operado através de dois écrans de LED "wide-screen" de 14 polegadas controladas por toque e sensíveis a uma gama de infra-vermelhos maior do que aos écrans tradicionais para se obter uma resposta melhor. As telas podem ainda dividir-se em duas, exibindo, ao mesmo tempo, mapas e cartas de aproximação.

O modelo mantém o título da mais rápida aeronave monomotor a pistons e com trem de aterragem fixo do mundo, capaz de atingir
a velocidade máxima de cruzeiro de 235 nós (435 km/h).

Na versão com quatro assentos, o Corvalis TTX pode cobrir uma distância de 2,3 mil km.


quarta-feira, 23 de março de 2011

O Bombardier 415, a "máquina", que apaga fogos

O Bombardier 415 (antigo Canadair CL-415 ) é um avião anfíbio canadiano, construído propositadamente para ser um "bombardeiro" de água . É um avião projectado e construído especificamente para combate aéreo a incêndios, e baseia-se no Canadair CL-215.

Em 1987, utilizando, os poderosos e confiáveis motores turbo hélice, a Canadair empreendeu a tarefa de adaptação de uma série de CL-215 com motores PW123AF, da Pratt e Whitney Canadiana, proporcionando um aumento de potência de 15% aos originais motores de pistons .

A aeronave adaptada foi designada CL-215T e contou com muitas melhorias aerodinâmicas, incluindo sistemas de controles de vôo motorizado, cabine com ar condicionado, bem como sistema eléctrico actualizado e aviónicos. Designa-se por aviónica toda a electrónica a bordo dos aviões. O termo provém de AVIation electrONICS (electrónica da aviação). Neste grupo de equipamento incluem-se os sistemas de navegação e comunicação, Piloto automático, e os sistemas de controlo de vôo. Também são incluídos, por vezes, alguns sistemas electrónicos a bordo não directamente relacionados com a pilotagem, como sistemas de vídeo para passageiros. È como se fosse o cérebro das aeronaves

As características mais notáveis ​​externas da CL-215T foram as adições aerodinâmicas às asas e a empenagem.

Baseado no sucesso do CL-215, a empresa introduziu o CL-415, com grandes aperfeiçoamentos da série de produção a partir de 1993. O 415 tem um cockpit actualizado, melhorias aerodinâmicas e mudanças para a versão do sistema da água, bem como, a criação de um sistema moderno de combate a incêndios.

O "415" voou pela primeira vez em 6 de Dezembro 1993 com as primeiras entregas em Novembro de 1994. Derivado do antecessor, foi baptizado com o nome, de "Super Scooper" à luz do seu desempenho melhorado muito como bombardeiro de água aumentando a sua eficácia nos combate aos incêndios.

Como reconhecimento de suas habilidades em tarefas perigosas, mas necessárias de combate a incêndios, a aeronave recebeu o prestigioso troféu, Batefuegos de Oro.

Referencio agora, alguns incidentes, sem que os mesmos, no entanto, atinjam a qualidade de desempenho deste avião.

* 17 Novembro de 1997 - Sécurité Civile CL-415 cai em Marselha, França , com uma fatalidade.
* 16 de Agosto de 2003 - Società Ricerche Esperienze Meteorologiche CL-415 cai em Esine, Itália , sem casos fatais.
* 08 de Março de 2004 - Sécurité Civile CL-415 cai em Lac de Sainte-Croix, França com duas mortes.
* 18 de Março de 2005 - Società Ricerche Esperienze Meteorologiche CL-415 cai em Forte dei Marmi, Itália com duas mortes.
* 1 de Agosto de 2005 - Sécurité Civile CL-415 cai em Calenzana com 2 mortes.
* 23 de Julho de 2007 - Hellenic Air Force CL-415 cai em Dilesos, Grécia , com duas mortes.
* 23 de Julho de 2007 - Società Ricerche Esperienze Meteorologiche CL-415 cai em Sant'Erasmo, Itália , com uma fatalidade.

Características gerais

* Tripulação: 2 pilotos
* Carga Útil : £ 6.400 (2.900 kg)
* Duração: 65 pés (19,82 m)
* Envergadura : 93 pés em 11 (28,6 m)
* Altura: 29 pés 3 (8,9 m)
* Área de asa: 1080 m² (100 m²)
* Peso vazio : £ 28.400 (12,880 kg)
* O peso máximo de combustível: £ 10.250 (4650 kg)
* O peso máximo de descolagem (de terra, carga descartável): £ 43.850 (19,890 kg)
* O peso máximo de descolagem (a partir, não descartável de carga terrestre): £ 41.000 (18,600 kg)
* O peso máximo de descolagem (de água): £ 37.850 (17,170 kg)
* Capacidade máxima (água ao retardador): £ 13.536 (6,140 kg)
* Peso máximo após escavar: £ 47.000 (21,360 kg)
* O peso máximo de pouso: £ 37.000 (16,780 kg)
* Motorização: 2 × Pratt & Whitney Canada PW123AF turbo hélice , potência de descolagem: 2.380 shp (1.775 quilowatts) cada um

Desempenho

* Velocidade máxima : 223 mph (359 km / h (194 kt)
* Velocidade de cruzeiro : 207 mph (333 km / h (180 kt)
* Velocidade de stol : 78 mph (126 km / h (68 kt)
* Faixa : 1.518 milhas (2.443 km)
* Tecto de voo : 14.700 ft (4.500 m)
* Taxa de subida : 1.600 m / min (8.1 m / s)
* Descolagem distância (ISA, terra): 2.750 ft (840 m)
* Descolagem distância (ISA, água): 2,670 ft (815 m)
* Distância de pouso (ISA, terra): 2,210 ft (675 m)
* Distância de pouso (ISA, água): 2,180 ft (665 m)
* Profundidade mínima da água: 6 pés (1,8 m)


terça-feira, 22 de março de 2011

Boeing realizou o 1º voo do B 747-8 Intercontinental

Executivos da Boeing comemoraram no domingo a realização do primeiro voo do 747-8 Intercontinental, o maior avião da história da companhia.

"Este é um grande dia para a equipe do 747-8 e para a Boeing como um todo. É uma honra ver uma aeronave tão bonita voando", escreveu em nota, distribuída á imprensa Elizabeth Lund, vice-presidente e directora geral do programa.

A aeronave realizou o seu primeiro voo de teste de Everett, Washington, a Seattle, no noroeste dos Estados Unidos. A duração foi de quatro horas e 25 minutos. O novo aparelho, uma versão ainda maior do que o 747 de dois andares, visa ao mercado de voos de longa distância, mas permite configurações para 400, 500 ou até mais passageiros.

O avião de passageiros mais comprido do mundo (76,4 m) descolou às 16h58 GMT em céu aberto, do aeroporto Paine Field de Everett, durante uma cerimónia com milhares de funcionários da Boeing e convidados, transmitida "ao vivo" pela Internet. Com quase dois anos de atraso, o Boeing 747-8 promete ser mais económico que o A380, para 555 passageiros.

O primeiro a 747-8 Intercontinental será entregue a um cliente não identificado, no último trimestre de 2011.

A Lufthansa, que encomendou 20 unidades, receberá os seus aparelhos no início de 2012, com dois anos de atraso sobre o prazo previsto.

No total, já foram encomendados 114 aviões 747-8, mas apenas 38 são destinados ao transporte de passageiros (Intercontinental).

sábado, 19 de março de 2011

Evacuação de 873 Pax no A380, em 90 Secs.

A Airbus testou, há já algum tempo, penso que em 2006, com êxito, a evacuação de 387 passageiros no A380 MSN7.

O teste fazia parte do processo de certificação da aeronave.

Durante o teste, todos os 873 passageiros foram capazes de sair do avião em 90 segundo, conforme estava previsto, utilizando apenas metade das saídas de emergência.

Um dos passageiros partiu uma perna e houve alguns ferimentos ligeiros.

Os principais requisitos para este teste de evacuação foram:

* 650 passageiros
* Luzes da cabine, apagadas
* Metade das saídas fechadas
* Passageiros divididos entre: 40% de mulheres, 35% das pessoas acima dos 50 anos
* Os passageiros não foram informados quais as saídas que seriam usadas
* Os passageiros deviam estar com os cintos de segurança, apertados

Este vídeo, mostra esse teste

O Glorioso Maluco, e a Sua Máquina Voadora

sexta-feira, 18 de março de 2011

Airbus acusada de homicídio involuntário no acidente da Air France

O fabricante europeia foi hoje acusado formalmente pela justiça francesa, na sequência da queda de um avião, em 2009, que vitimou 228 pessoas.

A Airbus foi hoje notificada da acusação, numa reunião com a juíza responsável pelo inquérito ao acidente, Sylvie Zimmerman, que também já convocou a Air France, companhia de aviação que operava o voo, para um encontro formal amanhã.

A fabricante europeia foi acusada de homicídio involuntário, noticia a AFP, depois de o departamento responsável pela investigação, o Bureau d’enquêtes et d’analyses (BEA), ter concluído que as sondas da Airbus que eram utilizadas no avião falharam, o que levou, inclusivamente, a Air France a substitui-las após a queda do A330, em Junho de 2009.

Após a notificação, o presidente executivo da empresa, Tom Enders, referiu que a Airbus “desaprova firmemente a decisão”, considerando-a “prematura” e acrescentando que a juíza não “precisou os factos que tem contra a Airbus”.

Amanhã, a companhia de aviação que operava o voo, que caiu quando ligava o Rio de Janeiro a Paris, também estará reunida com Sylvie Zimmerman, especulando-se que a Air France também poderá vir a ser considerada culpada pelo acidente, no qual morreram todos os 228 passageiros.

Por Raquel Almeida Correia, no Público

terça-feira, 15 de março de 2011

Racismo. Aconteceu na Tam.

Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe económica e viu que estava ao lado de um passageiro negro.

Visivelmente perturbada, chamou a assistente de bordo.

'Qual é o problema, minha senhora?', pergunta a assistente..
'Não está a vêr?' - respondeu a senhora - 'sentaram-me ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Têm que me dar outro lugar.
'Por favor, acalme-se' - pediu a assistente - 'infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se conseguimos resolver o seu problema'.

A assistente afasta-se e volta alguns minutos depois.
'Minha Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe económica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar na classe económica. Temos apenas um lugar na primeira classe'.

E antes que a passageira fizesse algum comentário, continuou:
'É politica da nossa companhia não permitir que um passageiro da classe económica possa fazer o upgrading para a primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável'.

E, dirigindo-se ao passageiro negro que assistia, divertido á conversa, a assistente prosseguiu:
'Portanto senhor, caso queira, por favor, pegue na sua bagagem de mão, pois temos para o senhor um lugar na primeira classe...'

Os passageiros próximos, que, estupefactos assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé, invectivando a passageira que por sua vez, fez menção de desembarcar.

'O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons...'

"Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, ainda haverá guerra." (Bob Marley)

domingo, 13 de março de 2011

O "poiso" mais polémico da aviação mundial

Na noite de 6 de Junho de 1983, a tripulação de um cargueiro espanhol de pequeno porte, o Alraigo, apanhou um valente susto com um caça da Marinha Real Britânica, a tentar aterrar, mesmo em cima das suas cabeças, no exíguo espaço, atulhado de mercadorias, no convés do seu navio.

O piloto, quando verificou que estava a ficar sem combustível, e não tendo no seu horizonte, mais nenhum espaço para pousar o seu Sea Harrier ZA176, tentou uma manobra, no mínimo desesperada, para não ter que molhar os pés, e ficar sem o caça.

A cena durou apenas 30 segundos e entrou para a história como o primeiro "poiso" de um caça militar num navio civil, no mar. Poucos dias depois, o caça e o seu piloto, Tenente Ian Watson, chegariam a Tenerife aonde ficou retido pela tripulação durante vários dias.

Esta é a história do evento que quase desencadeou um conflito diplomático:

Eram 11 horas da segunda-feira e o cargueiro canário Alraigo navegava a cerca de 120 milhas náuticas a sudoeste do Porto (Portugal).

No céu, o piloto Ian Watson, voava na área com o seu FRS1/FA2-ZA176 Sea Harrier em vôo de reconhecimento.

O sub tenente Watson tinha descolado do porta-aviões HMS Illustrious e após vários minutos no ar, descobriu que o equipamento de navegação/rádio,não funcionava e não tinha maneira de encontrar o caminho de volta ao seu porta aviões. Depois de o tentar localizar visualmente verificou que o seu depósito de combustível estava no fim, muito próximo do vazio.

Watson, começou desesperadamente, a procuar um espaço, em pleno Atlântico, aonde pudesse poisar o seu avião. Foi então que avistou o cargueiro Alraigo, e não hesitou. Fez a manobra para poisar, na vertical, no único espaço acima das vagas oceânicas, em milhas ao redor.

Os marinheiros do Alraigo não podiam acreditar no que estavam a presenciar.
Watson após a manobra, deixando o cockpiet do seu caça, empoleirado entre contentores e carrinhas, inspeccionou a sua nave, e verificando que estava tudo em ordem apresentou-se aos estupfactos e ainda amedrontados marinheiros do Alraigo.

No entanto, o comandante do navio, nada dado aos "salameleques" britânicos, foi logo adiantando que tinha de cumprir os seus horários, e mandou todos os seus tripulantes ocuparem os respectivos lugares, e desempenharem as suas tarefas, que levariam o navio até Tenerife, aonde teria que entregar sua carga, a horas.

A notícia de que um dos seus caças estava "estacionado" num cargueiro civil Espanhol chegou ao HMS Illustrious que de imediato,começou a enviar sinais de radio com a intenção de desviar o 'Alraigo' para Portugal. Mas o capitão não estava disposto a ir em conversas. O seu destino era Tenarife, e era para lá que ia navegar.

Naturalmente, os media mundiais, tomaram conhecimento do incidente, e, sobretudo os tablóides britânicos, mais dados á exploração do sensacionalismo do caso, noticiaram que o caça e o piloto estariam prisioneiros de um qualquer capitão espanhol, a bordo de um cargueiro, o que á partida, geraria no mínimo um grave incidente diplomático, entre a Espanha e Inglaterra.

Três dias depois, ao meio-dia de quinta-feira 09 de Junho, o Alraigo entrou no porto de Tenerife, na presença de centenas de espectadores, com um caça no seu manifesto de carga, que era quase tão grande quanto o navio.

Nos dias seguintes, o governo britânico, desenvolveu esforços, no sentido de recuperar o seu caça, e prometeu recompensar a tripulação do Alraigo pelos riscos enfrentados .

Na verdade, e embora a manobra tenha considerada heróica, foi sobretudo uma séria ameaça á integridade, não só do navio, mas sobretudo para os homens de Alraigo.
O excesso de peso que o avião provocou ao poisar no convés poderia ter alterado os centros de gravidade e fazer o navio afundar, para não mencionar os danos que poderiam ter causado o calor e a turbulência dos motores.

O Governador Civil de Santa Cruz de Tenerife ordenou então, o desembarque do avião sob a ameaça de uso da força, caso houvesse alguém que se opusesse á operação.
Em 15 de Junho, às 15:10 horas, uma grua, elevou o avião, retirando-o do Alriago e colocou sobre o convés do porta aviões britânico, já ancorado, ao lado do cargueiro.

Segundo alguns meios de comunicação, como El Pais a tripulação iria receber cerca de 3,6 milhões de pesetas, como recompensa pelo resgate, uma bela recompensa para uma das experiências mais surreais que já se viveram no mar

Vejam o video da época.



Fonte: Daniel Tognon

sábado, 12 de março de 2011

O Glorioso Maluco, da Máquina Voadora

Um mecânico de carros chinês, construiu o seu próprio avião a partir de material reciclado, usando um motor de três motos.

Ding Shilu realizou, há cerca de duas semanas um voo-teste com a sua máquina voadora nos arredores de Shenyang, província de Liaoning.

A "aeronave" fabricada por Ding pesa cerca de 130 kg e custou aproximadamente 2.600 yuan , cerca de 420 €, de acordo com informações da imprensa local.

Vejam o glorioso maluco, coma sua máquina voadora.


quinta-feira, 10 de março de 2011

Evacuação num B 727, da World Airways de Da Nang para Saigon em 1975, debaixo de fogo

Isto aconteceu em 1975, no final da guerra do Vietnam.

O avião era um Boeing 727-100 da World Airways, enviado para a retirada de refugiados que estavam em Da Nang, até então uma cidade no Vietnam do Sul aonde havia uma base militar norte americana.

A bordo do avião, além da tripulação, estava o presidente da empresa, Edward J. Daly, dois jornalistas e um cameraman.

O embarque dos refugiados transcorria em ordem, com as tropas vietnamitas locais fazendo um cordão de isolamento em torno
do 727. Porém, rumores de que tropas inimigas se aproximavam rapidamente da base começaram a espalhar-se, e o que era um
embarque relativamente organizado tornou-se numa grande confusão, com a multidão em pânico, tentando embarcar. Percebendo que a situação estava a fugir ao controle, Daly ordenou ao Cmt. Kenneth Healy para iniciar imediatamente os procedimentos
para a descolagem.

O 727, por ter os seus três motores na cauda, e em posição elevada, não oferece maiores riscos às pessoas nas proximidades.

Assim que os motores foram accionados, a multidão entrou em pânico, receando ser deixada para trás. A confusão instalou-se, com soldados a empurrar mulheres e crianças que tentavam embarcar.

Soldados vietcong, inimigos, abriram fogo atingindo o avião e uma granada, RPG, atingiu a asa, causando estragos no trem de aterragem e parte dos flapes.

Ainda em velocidade reduzida, o avião dirigiu-se à pista de descolagem enquanto refugiados e soldados lutavam entre si para embarcar no avião pela escada traseira,sendo ajudados e puxados pelos que já estavam a bordo.

De acordo com o Cmt. Healy,o avião estaria com aproximadamente nove mil quilos acima do peso máximo de descolagem, o que é muito acima do permitido. Havia provavelmente 360 pessoas dentro de um avião configurado para 105 passageiros!

Na cabine, 268 pessoas, entre "passageiros" e tripulantes, espremiam-se enquanto cerca de 80 a 90 pessoas viajavam nos compartimentos de carga, cujas portas permaneceram abertas durante todo o voo! Testemunhas disseram que durante a descolagem houve, pessoas que foram caindo do avião. No desespero, houve vários indivíduos que tentaram viajar no compartimento dos trens de aterragem.

Não foi um voo fácil, pois vários problemas surgiram. A escada traseira do 727 permaneceu parcialmente estendida. Os trens de aterragem principais não foram recolhidos, uma vez que havia danos causados pela explosão da granada, e além disso,
recolhê-los, significaria um risco para àqueles que estavam espremidos no compartimento das rodas.

Dois terços do flape interno da asa esquerda também estavam danificados devido à granada, e o avião não pode ser pressurizado, sendo o voo realizado a 10.000 pés de altitude.

Apesar do tremendo aumento no consumo, a tripulação finalmente aterrou o 727 com segurança em Saigon,restando pouquíssimo combustível nos tanques.

Anos mais tarde o Cmt Healy assumiu a vice presidência da World Airways, elogiando o Boeing 727 pela sua excelente performance, confiabilidade e resistência.

Pudera, salvara-lhe a vida.

Fonte: Beto Carvalho

World Airways Evacuation From Da Nang To Saigon 1975 from PhuongBui on Vimeo.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Aviação tem o ano mais seguro da sua história, em 2010

O sector aéreo mundial registou em 2010 o índice mais baixo de acidentes de sua história, informou em 23 de Fevereiro, a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), superando a marca de 2006, até então o ano mais seguro para a aviação.

Em 2010, o índice mundial de acidentes (medido em perdas de fuselagens por milhões de voos de aviões a jacto de fabricação ocidental) foi de 0,61 acidente a cada 1,6 milhão de voos, explicou o organismo em comunicado divulgado em Tóquio.

Em 2006, este índice foi de 0,65. Para a análise considerou-se todos os tipos de aviões. A pesquisa mostrou, entretanto que o número de acidentes fatais foi superior em 2010 ante 2009 (23 contra 18), com 786 vítimas contra 685, acrescentou a IATA. O órgão destacou que “a segurança tem sido sua prioridade”.

“Voar é seguro. Aliás, cada acidente aéreo é uma tragédia humana, que nos faz lembrar que nosso objectivo principal é alcançar o zero em acidentes, zero mortes”, afirmou o CEO da IATA, Giovanni Bisignani, cuja entidade representa 230 companhias aéreas, responsáveis por 93% dos voos mundiais.

As informações são da Dow Jones

sábado, 5 de março de 2011

As novas cores da United

A United Continental Holdings apresentou no dia 24 de Fevereiro o primeiro exemplar do maior avião de sua frota, o Boeing 747-400, de 374 lugares, pintado com as novas cores da United Airlines.

Agora, a empresa passa a ter pelo menos um avião de cada tipo de sua frota da unidade principal operando com a nova marca.

Até o momento, a United aplicou a sua nova pintura em 309 aviões, da unidade principal e das unidades regionais. Isso equivale a mais de 20% da frota.

O trabalho de aplicação das novas cores da companhia, será acelerado nos próximos meses e poderá ser visto também nas instalações nos aeroportos e na nova publicidade da empresa.

Imagens em alta resolução do Boeing 747-400 com a nova pintura podem ser obtidas no endereço UnitedContinentalHoldings.com > Media Center > Media Downloads > Photos > New Boeing 747 Livery.

Fonte: Revista fator