A Gol, companhia aérea Brasileira, Low Coast, anunciou a implantação, a partir de 1° de Setembro, do seu tão esperado sistema de entretenimento a bordo. Segundo a empresa, trata-se de algo inédito na aviação mundial: em vez de instalar os já habituais écrans nas costas dos assentos, para acesso às opções de lazer a bordo, algo que seus aviões não possuem, por ser uma empresa com DNA low cost/low fare, a Gol vai oferecer aos clientes conteúdo para acesso por meio dos aparelhos pessoais dos próprios passageiros.sábado, 27 de agosto de 2011
Passageiros da Gol terão entretenimento, a bordo, nos seus smartphones
A Gol, companhia aérea Brasileira, Low Coast, anunciou a implantação, a partir de 1° de Setembro, do seu tão esperado sistema de entretenimento a bordo. Segundo a empresa, trata-se de algo inédito na aviação mundial: em vez de instalar os já habituais écrans nas costas dos assentos, para acesso às opções de lazer a bordo, algo que seus aviões não possuem, por ser uma empresa com DNA low cost/low fare, a Gol vai oferecer aos clientes conteúdo para acesso por meio dos aparelhos pessoais dos próprios passageiros.quinta-feira, 25 de agosto de 2011
A United Continental é a segunda companhia aérea a usar iPads, como auxiliares de vôo.
A maior companhia aérea do mundo, a United Continental (UA), anunciou no passado dia 23, terça-feira, que dará a todos os seus pilotos um tablet iPad para ser utilizado durante os voos, substituindo assim 17 quilos de documentos de papel por um dispositivo de menos de 700 gramas. quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Lucky Lady II: O primeiro avião a dar a volta ao mundo sem escalas
Ao terminar a Segunda Guerra Mundial, os festejos de paz foram logo substituídos pelo clima de tensão internacional e pelo medo crescente de um novo conflito mundial, envolvendo, dessa vez, dois poderosos inimigos, os Estados Unidos e a União Soviética.A tensão chegou a um ponto crítico quando, em Junho de 1948, a União Soviética bloqueou o acesso terrestre a Berlim Ocidental, que ficaria totalmente isolada se não fosse a ponte aérea implantada pelos americanos para abastecer a cidade.
A recém criada Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) era, então, o mais poderoso instrumento de dissuasão contra os soviéticos, pois dispunha de armamento nuclear.
Entretanto, era necessário provar aos soviéticos que os Estados Unidos poderiam alcançar qualquer lugar da União Soviética, e do mundo, com os seus bombardeiros nucleares. Até então, essa possibilidade era propagada, mas meramente teórica, pois nunca tinha sido demonstrada.
O General Curtis E. LeMay assumiu o Comando Aéreo Estratégico (SAC) em, Outubro de 1948. LeMay e o General Hoyt Vandenberg, Chefe do Estado Maior da Força Aérea, a pedido do Secretário do Ar W. Stuart Symington, planearam uma espectacular demonstração de que os obstáculos geográficos e a distância já não poderiam garantir a segurança dos soviéticos contra um possível ataque aéreo americano.
LeMay e Vandenberg finalmente decidiram que uma volta ao mundo de uma aeronave militar, sem escalas para reabastecimento, seria uma demonstração de poder suficiente para desencorajar eventuais planos de expansão soviéticos.
Era um grande desafio: o avião que realizasse a missão deveria fazer vários reabastecimentos em voo, levar pelo menos duas tripulações e suprimentos para uma viagem tão longa, como alimentos e óleo lubrificante extra para os motores.
O bombardeiro de maior raio de ação então em serviço na USAF era o Boeing B-50, um desenvolvimento dos antigos B-29 da Segunda Guerra Mundial, equipado com quatro poderosos motores Pratt & Whitney R4360 de 28 cilindros e 3.500 HP cada um, e que podia levar uma grande capacidade de combustível, pois podia ser equipado com tanques subalares e tanques extras nos compartimentos de bombas.
Embora o B-50 fosse um bom avião, os seus motores tinham fama de serem "temperamentais e, ocasionalmente, pirotécnicos"... A falha ou o fogo no(s) motor(es) seriam alguns dos riscos que teriam que correr.
O outro problema era o reabastecimento: o único sistema disponível de reabastecimento no ar, na epoca, era o "probe-and-drogue", que consiste numa mangueira de reabastecimento, estabilizada por uma espécie de "cesto" e rebocada pelo avião-tanque. O avião receptor deveria voar em formação com o avião tanque e encaixar uma sonda no centro do "cesto", onde válvulas libertavam o fluxo de combustível do avião-tanque para o avião receptor. Não havia bombas, o combustível fluía por gravidade.O sistema era confiável, mas exigia boa habilidade do piloto do avião receptor, e qualquer reabastecimento noturno estava totalmente fora de questão, por questões de segurança.
Três aeronaves B-50A foram designadas para a missão. O B-50A Global Queen, comandado pelo Tenente Jewell, foi escolhido como aeronave primária para a volta ao mundo. Os B-50A Lucky Lady II e Lone Ranger foram escalados como aeronaves reserva.
Quatro pares de aviões tanques Boeing KB-29M foram despachados para as Lajes, nos Açores, Dhahram, na Arábia Saudita, Clark Field nas Filipinas e Rogers Field, no Havaí. As missões de reabastecimento foram espaçadas de modo que ocorressem sempre na manhã de cada dia.
No dia 25 de Fevereiro de 1949, o B-50A Global Queen levantou voo de Carswell AFB, em Fort Worth, no Texas. Os motores R4360 do avião fizeram jus à sua fama de "pirotécnicos", no entanto: um incêndio no motor fez o Global Queen abortar a sua missão nas Lajes, nos Açores, onde pousou na manhã de 26 de Fevereiro.
O primeiro avião de reserva, o Lucky Lady II, com a sua tripulação de plantão, foi activado e descolou às 12 horas e 21 minutos de Carswell. A sua tripulação era composta pelos seguintes membros:
Capitão James G. Gallagher, comandante da aeronave e da missão;Primeiro tenente Arthur M. Neal, copiloto;
Capitão James H. Morris, copiloto;
Capitão Glenn E. Hacker, navegador;
Primeiro-Tenente Earl Rigor, navegador;
Primeiro-Tenente Ronald B. Bonner, operador de radar;
Primeiro-Tenente William F. Caffrey, operador de radar;
Capitão David B. Parmalee, engenheiro chefe de tripulação;
Terceiro-Sargento Virgil L. Young, engenheiro de vôo;
Segundo-Sargento Robert G. Davis, engenheiro de vôo;
Segundo-Sargento Robert R. McLeroy, engenheiro de rádio;
Terceiro-Sargento Melvin G. Davis, armas e reabastecimento;
Segundo-Sargento Donald G. Traugh Jr., armas e reabastecimento;
Todos os tripulantes, com exceção do Capitão Parmalee, pertenciam ao 63º Esquadrão de Bombardeio, 43º Grupo de Bombardeio.
O Lucky Lady II cumpriu toda a missão com absoluto sucesso, sem maiores problemas técnicos. Após decolar de Carswell, voou por 20379 milhas náuticas (37.742 Km) durante 3 dias, 22 horas e 1 minuto, mantendo uma média de velocidade de 216 Knots GS (Ground Speed), até pousar novamente em Carswell, às 10 horas e 31 minutos de 02 de Março de 1949, dois minutos antes do tempo estimado pelos navegadores antes da descolagem da missão.
O voo foi feito em uma altitude entre 10 e 20 mil pés, em todo o seu percurso. Poucos problemas meteorológicos perturbaram a missão.
Uma tragédia, no entanto, marcou a viagem: um dos aviões-tanques KB-29M, ao retornar para Clark Field, nas Filipinas, caiu, matando o comandante Fuller e toda a sua tripulação.
Mantendo uma estafante escala de quatro ou seis horas de trabalho para menos de 6 horas de descanso, não é de admirar que os tripulantes tenham chegado ao fim da sua missão consideravelmente cansados.
Os tripulantes foram festivamente recebidos, no seu regresso, pelo Secretário Symington e pelos Generais LeMay, Vanderberg e o Major-General George P. Ramey, Comandante Geral da Oitava Força Aérea. LeMay considerou a missão como uma indicação de que a USAF já tinha a capacidade de descolar, em missões de bombardeio, de qualquer lugar nos Estados Unidos, para "qualquer lugar no mundo que exigisse a utilização da bomba atómica". Declarou, ainda, que o reabastecimento no ar também poderia ser usado para os aviões de caça. Por sua vez, Symington observou que reabastecimento aéreo iria "transformar bombardeiros médios em bombardeiros intercontinentais".
Todos os tripulantes do avião foram condecorados com a Distinguished Flying Cross, e mais tarde receberam também o Troféu Mackay, um prémio anual concedido ao "voo mais relevante do ano", além de outras condecorações e prémios.
O B-50A-5BO Lucky Lady II era equipado com 12 metralhadoras calibre .50, além de um tanque de combustível adicional acrescentado no compartimento de bombas, para fornecer autonomia adicional.
Infelizmente, o avião sofreu um acidente com perda total, pouco tempo depois do seu voo ao redor do mundo. A sua fuselagem foi parcialmente restaurada, e actualmente encontra-se preservada e em exibição no Museu Planes of Fame, em Chino, Califórnia.
Apenas cinco bombardeiros Boeing B-50 ainda existem, e nenhum deles voa.
O Lucky Lady II foi apenas um de três aviões de nome semelhante, todos ligados às circunavegações da Terra:
O Lucky Lady original foi um dos dois B-29 Superfortress que fizeram uma viagem á volta do mundo entre Julho e Agosto de 1948, voando de volta para Davis-Monthan AFB, no Arizona, completando 17.400 Milhas Náuticas (32.000 km) de vôo em 15 dias depois de fazer oito escalas ao longo do voo, com 103 horas e 50 minutos de voo.
O Lucky Lady III foi um dos três B-52 Stratofortress que fizeram uma circunavegação em Janeiro de 1957, como parte da Operação Power Flite, voando de Castle AFB, na Califórnia, e completando a 21.138 milhas náuticas (39.147 km) de vôo em 45 horas e 19 minutos, a 466 Knots GS (863 km/h) com a assistência de aviões-tanques Boeing KC-97 Stratotankers.
Pouco mais de oito anos depois, o B-52 Luck Lady III fez a viagem ao redor do mundo em menos de metade do tempo exigido pelo Lucky Lady II.
Quanto aos efeitos estratégicos, o sucesso da missão não pôde ser avaliado com certeza. Os soviéticos suspenderam o bloqueio de Berlim em Setembro de 1949, mas a explosão da primeira bomba nuclear russa, em Agosto do mesmo ano, ofuscou inteiramente a grande façanha do Lucky Lady II, peloo menos do ponto de vista puramente militar.
Fonte:Jonas Liasch, in Cultura Aeronáutica
domingo, 31 de julho de 2011
Relatório sobre acidente da Air France, pode mudar o treino dos pilotos
Investigadores franceses de acidentes aéreos publicaram um relatório na passada sexta-feira confirmando as suas conclusões iniciais e fornecendo novos detalhes de como os erros do piloto, combinados com uma falha imprevisível na automatização da cabine do piloto, causaram a queda do voo AF 447, Rio, Paris, no Oceano Atlântico em 2009 depois de descolar do Rio de Janeiro, segundo especialistas em segurança aérea.sexta-feira, 29 de julho de 2011
Ainda o acidente da Air France, Voo 447, Rio, Paris
O relatório final sobre as causas do acidente com o voo 447, que seguia do Rio de Janeiro para Paris, em 2009, com 228 pessoas a bordo, deve apontar erro dos pilotos como a principal causa para a tragédia. De acordo com informações do jornal francês Le Figaro, que teria tido acesso ao documento que será divulgado oficialmente pelo Escritório de Investigação e Análise (BEA, na sigla em francês) na sexta-feira , os erros sucessivos de um dos pilotos levou à queda do avião. O relatório cita ainda o congelamento das sondas Pitot e a perda de informações do anemômetro (velocidade) no cockpit.quarta-feira, 27 de julho de 2011
Michel Lotito, o devorador de aviões.
Michel Lotito, um francês de 58 anos, ficou conhecido pela sua incrível capacidade de digerir qualquer coisa que lhe caísse no estômago. Monsieur Mangetout (Senhor Come-tudo, em francês) comia metal, vidro e borracha que faziam parte de bicicletas, televisões e até de um avião Cessna 150.
O avião levou dois anos (de 1978 a 1980) para ser totalmente devorado por Lolito.
Lotito não sofria os efeitos colaterais da sua dieta, mesmo após o consumo de materiais considerados geralmente venenosos. Comia cerca de um quilo do material diário, acompanhado com óleo mineral e bebendo quantidades consideráveis da água durante a “refeição”.
Possuía, aparentemente um estômago e um intestino com as paredes duas vezes da espessura mormal, e os seus ácidos digestivos eram incomuns, e estranhamente poderosos a dissolver os "alimentos".
Os Exames de Raio X mostraram que a maior parte do que ele comia era rápidamente dissolvido pelos ácidos digestivos, eu diria mais, corrosivos, do seu estômago.
Ironicamente seu supre-sistema digestivo não lidava eficientemente com os alimentos macios como as bananas e os ovos, que segundo ele o deixavam mal disposto, e com dificuldades na digestão.
Lolito acreditava que o local, Genoble, a data do seu nascimento lhe dera o poder comer metal.
Nasceu ao meio dia de 15 de Junho de 1950, e morreu, de causas naturais a 25 de Junho de 2007.
domingo, 17 de julho de 2011
Russos quebram acordo com a TAP
A TAP foi obrigada a anular, esta semana, cerca de 100 voos extraordinários entre Lisboa e Moscovo, pelo facto de a autoridade aeronáutica da Rússia ter quebrado um acordo assinado com INAC – Instituto Nacional de Aviação, apurou o SOL. Milhares de passageiros foram afectados por este litígio, tanto em Lisboa, como em Moscovo.O INAC firmou com a FATA – Federal Air Transport Agency, em Abril de 2010, um acordo extraordinário para alargar o número de voos entre Lisboa e Moscovo. «Ficou aí expresso que as empresas designadas terão direito a operar até 14 voos semanais de ida e volta», disse ao SOL fonte oficial do INAC. As companhias englobadas neste acordo são a TAP, do lado português, e a Aeroflot, do lado russo.
Desde Junho de 2009, a transportadora aérea nacional de bandeira efectuava cinco voos semanais (ida e volta) entre a capital portuguesa e a capital russa. Fonte oficial da TAP explica que devido «aos resultados obtidos acima da expectativa, decidimos, tal como previsto no acordo, fazer um pedido, em Março de 2011, para efectuarmos quatro voos semanais extraordinários, entre Julho e Setembro».
Mas uma decisão de última hora por parte das autoridades russas impediu a TAP de efectuar as ligações extra. O SOL tentou obter explicações da FATA, mas a autoridade russa não se pronunciou.
Milhares de passageiros que iam apanhar um voo em Lisboa ou em Moscovo viram as suas reservas alteradas à última da hora, tal como confirmou o SOL junto da TAP, que se recusa a avançar com o número exacto de modificações.
«Todos os passageiros que tinham reservas estão a ser protegidos pela TAP», garante a mesma fonte. O regresso a Portugal será então efectuado em voos da alemã Lufthansa, através da rota Moscovo-Frankfurt-Lisboa (ou Porto) ou serão incluídos nas ligações regulares directas da TAP Moscovo–Lisboa numa outra data.
Alguns passageiros apanhados no meio desta ‘guerra’ disseram ao SOL que uma das principais preocupações era não conseguirem sair da Rússia antes de o visto expirar, tornando a saída da capital ainda mais difícil. «Os russos não são propriamente flexíveis nestas situações», disse ao SOL um dos visados.
Fontes do sector ouvidas pelo SOL justificaram esta decisão das autoridades russas com um possível interesse de companhias aéreas daRússia – desejosas de expandirem o seu mercado dentro da UniãoEuropeia – efectuarem esta ligação em vez da TAP.
Em 2010, a empresa portuguesa transportou 50 mil passageiros nesta rota. «Muitos dos passageiros vêm a Lisboa fazer ligações para a Madeira», justifica a TAP, que vai manter apenas as cinco ligações (ida e volta) semanais regulares entre as duas capitais.
Com o cancelamento destes voos extraordinários, a TAP perdeu cerca de dez mil passageiros e uma receita potencial total próxima dos 2,5 milhões de euros, no período em questão, segundo as contas do SOL.
Fonte: Frederico Pinheiro/Sol
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Acidente da Air France. Surgem as teorias de conspiração.
Sobre o acidente com o avião da Air France, ainda há muito a ser esclarecido. As duvidas acumulam-se por falta de explicações convincentes. As opiniões dividem-se, as perguntas são colocadas pelos profissionais e pelos familiares dos passageiros acidentados, e não são cabalmente respondidas.Há os que acham que os pilotos no cockpit, estavam a dormir, e quando acordaram já estavam dentro da tempestade. Mas como é que podiam estar a dormir, os dois pilotos, se segundo as informações preliminares, o acidente aconteceu apenas 10 minutos depois da “troca da tripulação”, ou seja, depois do comandante se ter ausentado do seu posto, para ir repousar, conforme os regulamento determinam ?
Como que é que um avião, que voava a 35.000 pés de altitude, próximo da altitude máxima para o seu peso, pode subir subitamente para 38.000 pés?
Subiu por acção dos pilotos?
Mas então, como é que os pilotos efectuaram uma manobra, que sabiam não ser possível?
Uma subida destas levaria o avião ao stall, ou seja, as asas perderiam a sustentação.
Subiram numa tentativa desesperada de não entrar numa nuvem de tempestade?
Subiram numa reacção a uma indicação de aumento na velocidade em que o avião voava numa condição de “overspeed”?
Ou será que a subida não foi comandada, mas totalmente realizada pelo piloto automático?
Ou então, será que a subida foi consequência de uma poderosa rajada ascendente de um CB, cumulonimbus ? (Os cumulonimbus são nuvens convectivas de trovoada que se desenvolvem verticalmente até grandes altitudes, com a forma de montanhas, torres ou de gigantescas couve-flores).
Outra questão é o facto dos pilotos não terem executado um desvio significativo das formações pesadas que havia na rota. Porque é que não se desviaram?
O radar meteorológico não estava funcionado adequadamente?
Os pilotos subestimaram o tamanho da tempestade ?
Os aviões comerciais possuem três sistemas de “pitot”: o do comandante, o do copiloto e ainda um auxiliar. Será possível que os três sistemas falharam? (Tubo de Pitot é um instrumento de medida de pressão utilizado para medir a velocidade de fluidos, e mais concretamente a velocidade dos aviões. Deve o seu nome ao físico francês do século XVIII Henri Pitot).
Estes três pitots resistiriam à força destrutiva de um CB, caso o avião voasse dentro dele a 35 mil pés?
Um CB destes possui no seu interior pedras de gelo. Que piloto, é que conscientemente teria coragem de entrar numa nuvem destas com um avião comercial, voando alto sobre o oceano?
Alguém terá aventado a hipótese de que, talvez os pilotos não tivessem conseguido contacto com o controlador de tráfego aéreo em Dakar para obter autorização para o desvio das formações meteorológicas. Talvez, mas nestes casos, há uma série de procedimentos de contingência que os pilotos podem efectuar para o desvio da rota.
Neste acidente há também as “teorias de conspiração”.
Houve até um comandante, que disse em privado, pensar que a caixa preta já tinha sido localizada há muito tempo, mas como a França vivia um momento político-económico delicado, decidiu-se que a descoberta deveria ser adiada. Outro colega acredita que esta caixa preta que foi localizada, na verdade foi “plantada” no fundo do mar, pois a verdadeira já estava na posse do governo francês há muito tempo. Ou ainda que a localização da caixa preta já fosse de conhecimento das autoridades, mas que não foi "encontrada” antes, para que a Airbus corrigisse a falha dos pitots em toda a frota de A-330.
A verdade é que os interesses económicos das partes envolvidas são tão grandes que não seria surpresa se de facto houvesse algo de verdadeiro numa destas teorias.
Os aviões da Airbus são extremamente automatizados e há diversos relatos de pilotos que passaram por certas situações em voo, em que por um curto período de tempo, não entenderam o que estava a acontecer e não conseguiram desligar, o automatismo do avião.
Mas a verdadeira explicação para o que sucedeu naquele voo, ficará para sempre guardado no silêncio dos mortos, ou então, no segredo dos "deuses"....
Fonte: Roberto Carvalho/Wikipédia
terça-feira, 21 de junho de 2011
Paris, Tóquio em duas horas, mas só em 2050.
O grupo aeronáutico europeu EADS apresentou um projeto para 2050 de aviões-foguetes que farão o trajecto Paris-Tóquio em duas horas e meia sem poluir, já que os voos serão na estratosfera.O ZEHST (sigla em inglês para Transporte de Alta Velocidade de Zero Emissão) foi anunciado na véspera do Salão Aeronáutico de Le Bourget (França) e seria um avião hipersônico, mais rápido ainda que o supersônico Concorde, mas com zero emissão de CO₂.
Desde o trágico fim do Concorde, a ideia de um avião de alta velocidade parecia abandonada, mas os construtores buscam principalmente projetar aviões mais leves, e assim consumir menos combustíveis, cujo preço disparou. "O avião do futuro é pensado como o ZEHST", afirmou o diretor geral de Tecnologia e Inovação do EADS, Jean Botti.
Uma maquete de 4 m deste avião, cuja forma é muito parecida com a do Concorde, será apresentada na próxima semana na cidade de Le Bourget, no grande salão mundial da aeronáutica que abre as portas na segunda-feira aos profissionais e na quinta-feira ao grande público.
O ZEHST tem todos os ingredientes de uma grande obra de ficção científica: os motores funcionarão com biocombustíveis à base de algas e, uma vez em altitude, a aeronave terá motores parecidos com os de foguetes, que já não funcionarão com biocombustíveis, mas com hidrogênio e oxigênio, por serem fontes "limpas e emitirem apenas vapor de água", explicou Botti.
Este avião deverá voar até os 32 km de altitude, enquanto uma aeronave tradicional não supera os 10 mil metros. Os assentos dos passageiros vão se movimentar para que não haja a impressão de estar numa montanha-russa.
A vantagem do ZEHST é que "não polui, você estará na estratosfera, a contaminação será nula", reforçou Jean Botti. Para o pouso, o piloto desligará os motores e fará o planejamento antes de começar a descida e por os motores clássicos para funcionar. Para Botti, "a solução (ecológica) está no limite do espaço. Não é um avião, não é um foguete, é um avião-foguete comercial".
O ZESHT deverá ter capacidade para transportar de 50 a 100 pessoas e por enquanto não é mais do que um esboço, mas a EADS já tem um cronograma: uma primeira versão de demonstração deverá estar pronta em 2020 e entrará em serviço em 2050.
Para um porta-voz do EADS, este projeto tem boas garantias de se concretizar, porque as tecnologias necessárias já estão desenvolvidas. Os motores de foguete já existem: Astrium, filial espacial do EADS, já está os projetando para o turismo espacial. Os combustíveis à base de algas também já estão preparados, segundo o porta-voz.
O projeto ZEHST foi criado em colaboração com o Japão e com a Direção Geral da Aviação Civil francesa. Botti reconheceu, no entanto, que esta tecnologia deve avançar passo a passo: primeiro pensar em aviões comerciais com base nas tecnologias ecologicamente viáveis para 20 ou 25 pessoas para depois passar progressivamente para aeronaves que levem 50, 100 e 200 pessoas, capacidade média de um avião tradicional.
Fonte: Terra
quinta-feira, 12 de maio de 2011
A TAM, Companhia Aérea Brasileira, interessada em adquirir parte da TAP
O governo Brasileiro pode financiar a aquisição de uma parcela da companhia aérea estatal portuguesa TAP pela TAM.A companhia lusitana e outras empresas estatais Portuguesas deverão ser privatizadas, face ao acordo de recuperação financeira de Portugal, que assinou um acordo de auxilio internacional, de 78 bilhões de euros na quinta-feira passada.
“A TAM abordou o governo para saber se pode obter financiamento para participar na privatização da TAP”, disse à Reuters uma fonte próxima às negociações.
“O governo Brasileiro, apoia a aquisição de parte da TAP, e pode financiá-la, dependendo da estrutura de accionistas resultante da fusão com a LAN”, afirmou a fonte.
Em Fevereiro, pela primeira vez na história, a Gol desalojou da primeira posição, a TAM no mercado Brasileiro, acumulando 39,77% das rotas, contra 39,59% da concorrente.
Além do interesse comercial da TAM, a compra da TAP é bem-vinda porque o Brasil está disposto a ajudar Portugal a sair da crise.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Continua o resgate do voo AF 447
O BEA, (Bureau d’Enquêtes et d’Analyses) divulgou no passado dia 9 de Maio, que resgatou mais peças do Airbus A330 da Air France que caiu no Oceano Atlântico em Maio de 2009, quando fazia o voo AF 447. Segundo o órgão francês, foram retirados do fundo do mar um dos motores e alguns dos computadores de bordo da aeronave.O Airbus A330 caiu no dia 31 de Maio de 2009 no Oceano Atlântico, quando fazia o voo entre o Rio de Janeiro e Paris, provocando a morte de 228 pessoas.
Na última quinta-feira, as equipes de busca do BEA resgataram o primeiro corpo encontrado junto aos destroços. Segundo uma fonte, o corpo que foi trazido para a superfície, ainda estava no seu assento e em estado de decomposição, depois de ter passado quase dois anos a uma profundidade de 3,9 mil metros. No dia seguinte, o governo francês anunciou o resgate do segundo corpo.
Os restos mortais foram analisados a bordo de um navio e serão transferidos para Paris nesta semana, para uma eventual identificação.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Acidente do AF 447 - Iniciou-se o resgate dos copos dos passageiros
A operação para resgatar os restos mortais dos passageiros do voo da Air France, que se despenhou em Junho de 2009 no Oceano Atlântico, já começou, declarou fonte da investigação.A queda do avião da Air France, por razões ainda por explicar, provocou a morte de todos as 228 pessoas que se encontravam a bordo. A fonte acrescentou que ainda não foi recuperado nenhum corpo. Na terça-feira, a mesma fonte, que anunciou que a operação seria desencadeada "dentro de 24 a 48 horas", foi muito cautelosa sobre o resultado desta investigação, que está a ser realizada por polícias franceses.
A fonte destacou, designadamente, o facto de já terem passado quase dois anos desde a queda do aparelho, um Airbus A330.
A operação de resgate vem na sequência da recuperação das duas "caixas negras" do voo AF447, que poderão ajudar a perceber as razões do acidente.
Os destroços do Airbus A330 foram localizados em Abril passado a 3.900 metros de profundidade, numa zona de 600 metros por 200 metros. Entretanto, no Rio de Janeiro, as famílias brasileiras das vítimas querem que todos os corpos sejam resgatados e também que as "caixas negras" do avião sejam decifradas fora da França.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Kung Fu a bordo de aviões chineses
Pelo menos três vezes por semana, as assistentes de uma companhia aérea chinesa, lidam com passageiros bêbados, que tentam agarrá-las.Para resolver o problema, a companhia aérea resolveu certificar as assistentes com um curso de kung-fu.
Wing-Chu, foi o método escolhido, porque é adequado a derrubar um agressor em questão de segundos, em ambientes de pouco espaço.
Os passageiros que se cuidem.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Encontrda a FDR (caixa negra) do voo da Air France, AF 447
Uma das caixas negras, com os parâmetros do voo do Airbus da Air France que se despenhou em 2009 ao largo da costa brasileira, foi encontrada e está "em bom estado", anunciou fonte ligada à investigação do acidente. "A equipa de inquérito localizou e identificou o módulo de memória do gravador de parâmetros - Flight Data Recorder (FDR) - às 10 horas (11 horas em Portugal Continental", disse a fonte, citada pela agência francesa AFP.
A queda do avião, um Airbus A330 da Air France que se despenhou no dia 1 de Junho de 2009 no Oceano Atlântico, quando efectuava a ligação Rio de Janeiro-Paris, provocou 228 mortos.
Os investigadores anunciaram na quarta-feira a recuperação do chassis da caixa negra, mas sem o módulo de memória, com os dados que poderiam ajudar a explicar o desastre.
O módulo de memória terá sido separado do chassis no momento do impacto na água.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Encontrado o chássi da "caixa preta" do voo AF 447
Investigadores franceses conseguiram localizar nesta quarta-feira o chassi de uma das caixas-pretas, - que realmente é de côr alaranjada, - do avião da Air France que caiu no Oceano Atlântico em 2009.O chassi que foi encontrado é do equipamento que gravou os parâmetros técnicos do voo, mas a caixa-preta foi localizada sem a unidade que armazena dados, informou o Escritório de Investigação e Análises (BEA, na sigla em francês), órgão francês que investiga as causas do acidente.
Na prática, isso significa que apenas a “carcaça” da famigerada caixa-preta foi encontrada, mas sem o componente que contém os dados técnicos do voo, necessários para desvendar as causas do acidente que matou 228 pessoas.
O BEA informou continuam as buscas pela unidade de memória desaparecida e também pela segunda caixa-preta do voo, que pode ter gravados os diálogos entre os pilotos. Essa caixa-preta também é considerada fundamental para entender os motivos da tragédia.
“Durante o primeiro mergulho do robô Remora 6000, que durou mais de 12 horas, o chassi do gravador de voo do avião – Flight Data Recorder, foi encontrado sem o módulo que protege e que contém os dados (o módulo de memória)”, diz o comunicado.
O módulo que guarda os dados do voo, que tem a forma de uma pilha redonda de grande tamanho, é denominado Crash Survivable Memory Unit.
Segundo o BEA, o chassi da caixa-preta estava rodeado por destroços pertencentes a outras partes do avião da Air France.
O robô realizou o seu primeiro mergulho na terça-feira e o segundo na manhã desta quarta-feira, informo ainda o BEA.
A prioridade desta quinta fase de buscas é localizar as duas caixas-pretas do avião.
O voo AF 447 caiu no Atlântico em 31 de Maio, após descolar do Rio de Janeiro com destino a Paris.
Fonte: Daniela Fernandes BBC Br.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
As diversas fardas das assistentes de bordo
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| Assistentes da Southwest Airliners, a primeira companhia a usar mini saias. Foto tirada em 18 de Junho de 1971. |
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| Esta é a segunda geração de uniformes da United Airliners que foi usado de 1933-36. |
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| Modelo Verão e Inverno da Delta em 1940-41, detalhe do DC 3 como cenário. |
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| Ainda na Delta, modelo Inverno de 1965-68. |
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| Air West.Modelo "futurista" de 1968. |
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| Os voos para o Havaí tinham modelos especiais. |
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| Qantas em 1974. |
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| Delta em 1970. |
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| American Airliners em 1974. |
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| Pacifc Southwest Airliers, em 1973, está companhia era conhecida por pintar sorrisos nos narizes dos aviões. |
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| Super Jumbo 747 no ínicio dos anos 70. |
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| Este é certamente o uniforme mais feio, criado até hoje. As Aerobananas da Hughes Airliners em 1970. |
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| Delta em 1976, no estilo saloio. |
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| Qantas 1974-85. |
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| Southwest nos anos 2000. |
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| Delta em 2006, modelo usado até os dias de hoje. |
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| Delta, actualmente. |
Fonte: Daniel Tognon, no Aviões e Companhia
terça-feira, 12 de abril de 2011
Caixa prêta do Voo 447 da Air France,terá sido localizada.
Foi localizada a parte do avião em que fica guardada a caixa-preta do voo 447, que matou 228 pessoas em 2009. A informação foi confirmada pela AFV,( Associação de Famílias das Vítimas), que foram informados pelo BEA ( Departamento de Investigação e Análise), em reunião na passada,segunda-feira, 11 de Abril de 2011.
“O robô localizou a cauda onde ficam localizadas as caixas-pretas”, afirmou o porta voz da AFV, no Brasil. Explicou ainda, que a previsão é de que nas próximas três semanas uma outra empresa participe nos trabalhos de buscas com uma espécie de guindaste para retirar a cauda e, com ela, as caixas-pretas.
“Com isso, a esperança duplica. Houve irresponsabilidade do fabricante da aeronave e houve problemas de manutenção da Air France. Isto vai confirmar o que vem sendo dito”, concluiu, o porta voz da AFV.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Airbus A320 NEO, à procura da ecoeficiência
Winglets para maior eficiência, motores que reduzem a emissão de gases e ruídos são algumas das melhorias apresentadas.“NEO significa New Engine Option", explicou John Leahy, o Director de Operações da Airbus, a um grupo de Clientes da Airbus, por ocasião da apresentação desta nova versão.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
O estranho, Edgley EA-7 Optica
O Edgley EA-7 Optica é uma aeronave britânica leve, destinada ao trabalho de observação. Foi concebida como uma alternativa barata aos helicópteros. O seu preço inicial era de aproximadamente, € 140.500.000,00.O EA-7 Optica foi desenhado por John Edgley e construído pela Brooklands Aerospace. Tem uma configuração incomum, com uma grande cabine de vidro, logo seguida por um motor, Lycoming de 6 cilindros, e trem de aterragem fixo.
Voou pela primeira vez em 14 de Dezembro de 1979, conduzido pelo piloto-chefe da Cranfield College of Aeronautics e entrou em produção em 1983, obtendo a certificação em 1985. Ainda em 1985, um acidente matou 2 policias. A causa da queda da aeronave foi provavelmente um stall de baixa velocidade, mas a verdadeira razão da queda, é uma incógnita até hoje.
O acidente provocou a falência do Edgley e para piorar a situação um incêndio destruiu a fábrica, mas a empresa, sobreviveu. Juntos, a Optica e a Brooklands Aerospace retomaram a produção, mas em 1990, foi novamente encerrada, devido á falência da Brooklands.
Existem 2 exemplares a voar nos USA, 2 na Austrália e 2 no Reino Unido.
O Design da Óptica, foi comprado por John Edgley, mais uma vez, juntamente com o projecto para a Sprint FLS 160).
Edgley pretende retomar a produção destes dois projectos.
Características Gerais:
Tripulação: Um piloto
Capacidade: 2 passageiros
Comprimento: 8,15 m (26 ft 9 in)
Envergadura : 12,0 m (39 pés 4)
Altura: 2,31 m (7 pés 7)
Área da Asa: 15,8 m² (171 km ²)
Aerofólio : GA NASA (W) -1
Peso vazio : 948 kg (2.090 £)
Útil de carga: 367 kg (810 lb)
Peso máximo de decolagem : 1,315 kg (2.900 lb)
Powerplant: Textron Lycoming IO-540-V4A5D, motor de pistón/6 cilindros, 194 kW (200 cv)
Hélices: cinco pás no ventilador
Desempenho
Nunca exceder a velocidade : 259 km/h (140 nós, 161 mph)
Velocidade máxima : 213 km/ha (115 nós, 132 mph)
Velocidade de cruzeiro : 130 km/h, 81 mph)
Velocidade de stall : 108 km/h (58 nós, 67 mph)
Alcance : 1,056 km
Endurance : 8 h
Tecto de serviço : 4.275 m (14.000 pés)
Taxa de subida : 4,12 m/s (810 ft / min)
Carregamento da asa : 83,0 kg/m² (17,0 lb-ft ²)
Energia / massa : 0,148 kW/kg (£ 0,0897 / hp)
Avionics
1 x IR / câmera da Torre na baía do nariz.
1 x Altifalante Skyshout (equipamento da polícia)
quinta-feira, 31 de março de 2011
Monomotor comandado por touch-screen será entregue em 2012
A Cessna Aircraft Company, exibiu nesta terça-feira o Corvalis TTX, o mais novo modelo desse monomotor de alta performance e que deve começar a ser entregue em 2012.O modelo - apresentado na Florida, durante a Feira Internacional de Aviação Sun 'n Fun - é o único no mundo comandado por écran, touch-screen e o primeiro avião sem qualquer instrumento analógico.
O Corvalis TTX será operado através de dois écrans de LED "wide-screen" de 14 polegadas controladas por toque e sensíveis a uma gama de infra-vermelhos maior do que aos écrans tradicionais para se obter uma resposta melhor. As telas podem ainda dividir-se em duas, exibindo, ao mesmo tempo, mapas e cartas de aproximação.
O modelo mantém o título da mais rápida aeronave monomotor a pistons e com trem de aterragem fixo do mundo, capaz de atingir
a velocidade máxima de cruzeiro de 235 nós (435 km/h).
Na versão com quatro assentos, o Corvalis TTX pode cobrir uma distância de 2,3 mil km.






























