terça-feira, 6 de maio de 2014

Vôo MH 370 - A visão de Israel do avião desaparecido.

Teoria da conspiração, ou realidade ?
Esta é mais uma história "encontrada" aqui na net. E é assim:

Enquanto os Estados Unidos retiravam do Afeganistão um dos seus sistemas de comando e controle usado para controlar e pilotar os seus drones, foram seqüestrados por talibans quando o comboio de transporte americano descia de uma de suas bases localizadas no alto de um monte. Os talibans emboscaram o comboio, mataram dois “seals” da marinha americana, tomaram posse do equipamento e das armas, incluindo o módulo de comando e controle de todo o sistema pesando cerca de 20 toneladas embalados em 6 caixotes.  Isso aconteceu precisamente, em Fevereiro de 2014.

O que os talibans querem é dinheiro. Então nada melhor do que vender o sistema roubado, toda aquela tecnologia aos russos ou aos chineses. Os russos estavam ocupados com a Ucrânia mas os chineses estão loucos para conhecer toda essa tecnologia. Imaginem só se os chineses dominarem o controle desta tecnologia... todos os drones americanos tornar-se-ão inúteis. 

Então a China mandou 8 cientistas “top” de defesa, para avaliar o sistema e pagar aos talibans os milhões pedisos por eles.

No começo de Março de 2014, os 8 cientistas e os 6 caixotes foram levados para a Malásia, pensando ser essa a melhor maneira de dissimular e esconder a transacção do resto do mundo. A carga toda foi mantida na embaixada chinesa debaixo de protecção diplomática. Nesse entremeio, os americanos uniram-se à Inteligência Militar de Israel e juntos planearam interceptar e recapturar a carga.

Pelo seu lado, os chineses decidiram que seria mais seguro transportar a carga, numa aeronave civil para evitar suspeitas. Então, o vôo MH370 da Malásia Airlines, seria o carrecto, seria perfeito. 

Quando o vôo MH370, saia do espaço aéreo da Malásia e estava a comunicar com o Controle Aéreo Vietnamita, um AWAC americano interferiu o sinal, desabilitou o sistema de controle do piloto e passou-o para um controle remoto. Isto terá acontecido quando o avião perdeu altitude momentaneamente. A operação foi levada a cabo por 5 agentes americanos e Israelitas bastante familiarizados com a operação do Boeing. Os dois iranianos com passaporte “roubado” poderiam estar entre eles.

Como o AWAC pode fazer isto ? 
Lembram-se do ataque ás torres gémeas em  9 do 11 em 2001 ? 
Depois desse incidente, todos os aviões da Boeing (e possivelmente também todos os AirBus) tem instalado um sistema de controle remoto para anular ações terroristas. Ou seja, todo Boeing pode ser remotamente controlado e pilotado por uma torre de controle em terra. É o mesmo sistema de controle remoto usado para pilotar drones e aviões espiões sem piloto a bordo.

Os 5 agentes americanos e israelitas logo assumiram o controle do avião, desligaram o transponder e todos os outros sistemas de comunicação, mudaram o curso e tomaram a direcção leste. Não ousaram voar para oeste em direção às Filipinas ou Guam porque todo o espaço aéreo do sul da China é monitorizado por radares e satélites chineses.

Os radares militares da Malásia, Tailândia e India detectaram a aeronave não identificada porém não reagiram “profissionalmente”. O avião passou por cima de Sumatra, Anambas, Sul da India e então aterrou nas ilhas Maldivas (alguns moradores viram a aeronave a aterrar), reabasteceu e continuou seu o vôo para Diego Garcia, uma base aérea americana no meio do Oceano Indico. 

A carga e a caixa preta foram desembarcados. Os passageiros foram silenciados para sempre via meios naturais: falta de oxigênio. Passageiros mortos não iriam falar. O vôo MH370 com todos os passageiros mortos decolou de novo via controle remoto e caiu a ao sul do Oceano Indico, fazendo o mundo acreditar que o avião eventualmente, ficou sem combustível atribuindo assim as culpas doacidente, ao comandante desobediente e ao co-piloto.

Os americanos encenaram um grande show. 
Primeiro concentrando toda a atenção e esforço de resgate no mar do sul da China enquanto o avião era desviado para o Oceano Indico. Depois emitiram declarações e evidências contraditórias para confundir todo o mundo. 

A Austrália é cúmplice.
A quantidade de recursos e esforços que a China movimentou, em termos de agate, satélites, navios, vasculhando primeiro o mar do sul da China e depois no estreito de Mallaca e no Oceano Indico é sem precedentes. Isso mostra que a China está muito preocupada. Não muito com os passageiros chineses mas com a valiosa carga e os seus 8 cientistas de defesa aérea altamente qualificados.

Não acreditan nesta hstória? 
Não se espera que vocês acreditem, mas vamos esperar para ver como o episódio se revela por si mesmo.

Ou talvez isso não aconteça a menos que apareça outro Snowden...

sexta-feira, 28 de março de 2014

Acidente do MH370 - Sabotagem Chinesa ?!

Em entrevista à Renascença, o piloto veterano Carlos Silva coloca várias questões sobre o que terá acontecido ao 777 da Malásia que se despenhou sobre o Índico. Porque deixaram de funcionar os equipamentos de aviso, por exemplo, sugerindo que não se tenha tratado de um acidente.
Ao fim de duas semanas de dúvidas e especulações sobre o que teria acontecido ao desaparecido Boeing 777 da Malaysia Airlines,as autoridades malaias confirmaram finalmente que o avião, que levava 239 pessoas a bordo, caiu no Oceano Índico durante o trajecto que ligava as capitais da Malásia e da China, Kuala Lumpur e Pequim.

O avião era igual ao que há mais de 15 anos é tripulado por um português, Carlos Silva, ex-comandante das linhas aéreas de Singapura e piloto no activo, com quem a Renascença falou sobre o corredor sul onde o Boeing 777 despareceu.

Carlos Silva, que conta com 11 mil horas de voo aos comandos de um avião igual, estranha que o “Transponder” - um dos principais equipamentos de comunicação da aeronave e colocado numa zona de muito difícil acesso - tenha sido desligado. Questiona ainda que tenham deixado de funcionar outros equipamentos de aviso, sugerindo que não se tenha tratado de um acidente.

Já voou naquela zona?
Sim, é um corredor que conhecemos. Sabemos que é bastante vazio por não ter nenhum aeroporto à volta que nos possa dar suporte, portanto sabemos que temos de voar em condições muito especiais nas quais o avião tem de estar apto a voar o mais longe possível do aeroporto. No máximo,a 180 minutos, no caso de falhar um motor. As comunicações básicas nesta zona são feitas sobretudo por satélite e, depois, por alta frequência.

Pode dizer-se que é uma zona onde não é possível arriscar absolutamente nada?
A zona onde o avião terá caído é uma em que poucas companhias aéreas voam. Tem pouca população aérea, tem poucas comunicações, portanto é bastante remota.

Tem alguma tese sobre o que poderá ter acontecido?
Quanto mais se fala, mais são as hipóteses do que pode ter acontecido. A primeira questão que colocamos é por que razão não houve um aviso de “mayday”, que é emitido quando o piloto tem uma avaria ou urgência e tem de o reportar a toda a gente que estiver a ouvir. A possibilidade de que o avião tenha dado uma volta bastante acentuada e que tenha baixado de altitude sugere que eles terão tido algum problema técnico - poderia ter sido despressurização, poderia ter sido um fogo, fumo a bordo ou algo semelhante - mas depois tudo se complica.
Por que razão foi desligado o sistema do “Acars”, que é um sistema de satélite que comunica com o avião constantemente? Não é fácil desligar este sistema. Pior ainda é ter sido desligado também o “Transponder”, o sistema básico de radar. Este sistema não tem propriamente uma função de desligado, tem uma função de “standby”, no qual pode ser “interrogado”. Não consigo perceber como foi possível ter sido desligado, a não ser que alguém tivesse tido acesso directo ao compartimento electrónico ondeestá o “Transponder”, que fica por trás do cockpit. Essa porta é uma espécie de alçapão, que está fechado, e que está por baixo de uma carpete. Para o abrir é preciso uma chave “Allen” especial.

Quem quer que esteja naquela zona a mexer nesse alçapão com certeza que dá logo nas vistas, quer às pessoas que estão na cabine da frente, quer à tripulação. O silêncio total deste voo é também muito suspeito. Ultimamente, fala-se muito em intenção humana, ou seja, em desvio do avião.

Ou seja, se o avião tivesse caído numa situação dita “normal”, possivelmente saber-se-ia qual o ponto mais ou menos exacto da queda?
Se o avião tivesse mantido as comunicações, haveria algum alerta nos radares de terra porque o avião iria mudar de altitude. Iria mudar de velocidade e de direcção em relação ao ponto em que ia voar. Isso sugere logo um alerta, porque, evidentemente, os sistemas de radar estão ali para permitir que cada avião voe segundo as restantes aeronaves. Quando um avião sai de uma rota e entra numa diagonal, cortando várias rotas que são bastante activas naquela zona, os alarmes vão soar - além de não ter havido um aviso do piloto. Por outro lado, se fosse um fogo, um fumo ou uma emergência repentina ou estrutural, seja o que for, o avião teria sido destruído de seguida. Uma explosão, danos parciais ou completos da fuselagem, pressupõe que tivesse caído em terra ou em mar. Pedaços do avião seriam vistos. Ainda mais à noite, quando uma explosão é perfeitamente visível

Realmente as interrogações são muitas e muito difíceis de explicar em outro artigo podemos ler:

Um "blip" e uma lei física ajudaram a descobrir o destino do voo MH370
Um fraco “blip” captado por um satélite a 36.000 quilómetros de distância da Terra e uma lei física do século XIX foram as chaves para concluir que o voo MH370 da Malaysia Airlines caiu num ponto remoto do Oceano Índico.
O primeiro-ministro malaio, Najib Razak, disse esta segunda-feira que não restavam dúvidas de que o Boeing 777, que desapareceu dia 8 de Março, despenhou-se no mar. Por trás desta certeza estão milhares de cálculos minuciosos feitos a partir de sinais que o avião continuou a emitir, apesar de ter todos os sistemas de comunicação desligados.

Eram simples “apertos de mão” — ou “pings” — entre o avião e um satélite da empresa Inmarsat, que presta serviços de comunicação via satélite para navios e aviões em praticamente qualquer zona do globo. São sinais com muito pouca informação. Mas dão alguns dados neste caso essenciais: identificam a aeronave, mostram que os sistemas eléctricos estão operacionais e determinam o ângulo de elevação do satélite em relação ao avião.

Foi com base nestes dados que se chegou à conclusão de que o avião continuou a voar por mais de cinco horas depois do último registo de contacto via radar. O voo tinha saído de Kuala Lumpur às 0h41, com destino a Pequim, foi identificado por um radar militar às 2h15 e o último “ping” com o satélite do Inmarsat ocorreu às 8h11. Pelo menos até aí, portanto, o avião estava no ar.
Este último “aperto de mão” forneceu dois arcos possíveis de onde o avião poderia estar naquele preciso momento. Um deles estendia-se Ásia adentro, quase até ao Cazaquistão, o outro seguia para baixo, para o Oceano Índico.

Os técnicos do Inmarsat analisaram então a alteração da frequência das ondas sonoras dos diferentes “pings” horários que o avião transmitiu desde o último contacto por radar.
“Observámos o efeito Doppler, que é a alteração na frequência devido ao movimento de um satélite na sua órbita”, explicou Chris McLaughlin, vice-presidente da Inmarsat, citado pelo jornal britânico The Telegraph. O efeito Doppler é o mesmo que faz o som de uma ambulância mudar à medida que se aproxima e depois se afasta de um observador.
Os dados do avião foram ainda comparados com os “apertos de mão” de outros Boeing 777 que tinham percorrido as mesmas áreas no passado. O resultado apontou o arco sul como sendo o caminho que o voo MH370 tomou.

Se tivesse continuado a voar, o avião teria enviado outro “ping” às 9h11 — o que não ocorreu. Seria impossível desligar o equipamento que o emitia. E entre as 8h11 e as 9h11, o combustível da aeronave teria necessariamente acabado. Daí a conclusão de que o aparelho de facto despenhou-se no mar, a mais de 2000 quilómetros de Perth, na costa oeste da Austrália.
Suspeitas
Serviços secretos chineses terão feito o desvio do avião, com tecnologia de ponta,baseada num  "drone"  previamente instalado no avião. Após terem "gaseado todos os passageiros e tripulação" ao fim de 40 minutos de voo, tomaram o comando do aparelho num simulador de voo, já preparado para o efeito colocando o  aparelho a baixa altitude rumo em linha recta para a mais remota zona do Indico, no sistema de piloto automático. 
Isto porquê? É que a bordo seguiam 20 especialistas dos EUA em chips e agregação de dados que vigiavam a China.  Repare-se que os EUA sempre se mantiverem muito silenciosos sobre esta matéria, tendo vindo a  colaborar na busca com aviões e navios mas sem manifestarem opiniões técnicas. Se existe país com sofisticação tecnológica de satélites, é sem dúvida os EUA, o que ainda torna mais denso o mistério, os americanos nada terem detectado! O avião acabou por se despenhar pela natural  falta de combustível

Coincidência? Talvez.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

O Amor na Aviação

Fonte: Corbis Imagem
O convívio social dos tripulantes de uma maneira geral passa por três esferas de sua vida: 
Aqueles com os quais convivemos antes de entrar na aviação e o familiar, que vai ficando cada vez mais restrito pelo curto tempo que passamos a ter. 

Os contactos rápidos e fulgazes com centenas de pessoas (e histórias de vida) durante os vários vôos que realizamos por dia, cujo vinculo profissional se sobrepõe ao afectivo, muito embora este não seja (e nem deva ser) extinto desta relação. 

 E o outro círculo social é aquele com os próprios tripulantes e colegas de companhia, com os quais dividimos o nosso dia a dia. 

É muito comum que o PNC (Pessoal Navegante Comercial), e o PNT (Pessoal Navegante Técnico), dividam apartamentos nas suas bases (locais estabelecidos pela companhia aérea de onde se originam os vôos e onde eles terminam). Nos vôos, dividimos com nossos colegas a actividade profissional e também a nossa vida pessoal. Afinal, somos seres humanos e não deixamos um “outro eu” em terra enquanto voamos, a menos que tenhamos problemas de dupla personalidade. E isto não é possivel, não é verdade? 

Então, entre as pernoitas e a base, estabelecemos amizades concretas e até pode surgir um relacionamento amoroso, matrimônio e filhos! 
É sobre isso que falaremos hoje. 

Fonte: http://www.corbisimages.com/
É um grande cliché adoptado pela sociedade que a maioria das assistentes de bordo se relacionem com pilotos, assim como médicos e enfermeiras, como casais em potencial por conviverem por muito tempo no seu ambiente de trabalho. 

Todo o cliché é generalista, mas realmente é grande a quantidade de casais da aviação (não só assistentes e pilotos, como também com o pessoal de solo e o pessoal do administrativo). 
O que se deve ter cuidado é com as “gafes” que isto pode gerar: Intimidade excessiva na frente dos passageiros, ciumes exarcebados de colegas e até a obtenção de privilégios por se relacionar com o chefe ou comandante. 

Não podemos deixar de citar outra coisa que ocorre muito: 
Namoro entre tripulantes e passageiros. 
Ué, acontece! 
Amor à primeira vista, encontros depois do expediente. Mas que fique claro, DEPOIS DO EXPEDIENTE. 

 Devemos lembrar sempre de manter uma postura neutra e profissional a bordo, afinal, local de arrumar namorado é na balada! (risos). Namorar pessoas “normais” (que não são da aviação) também é possível. 

Para tanto, muita calma e confiança. E amor, sobretudo amor. No mais, vamos ser felizes. 

Afinal de contas, como diz a música, se voar é muito bom, imagina a dois? 

Por Lídia Dourado, em DiáriodoAr