quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Voar não é perigoso. Perigoso é cair.

Descolar é opcional; aterrar é obrigatório.
Tentem manter o número de aterragens igual ao das descolagens.
Os passageiros preferem comandantes velhos e assistentes novas.
Voar é a segunda maior emoção conhecida pelo homem; aterrar é a primeira.
Decisões acertadas vêm com a experiência e a experiência vem com decisões erradas.
Pior que um comandante que nunca foi co-piloto é um co-piloto que já foi comandante!
Existem três regras simples para fazer uma aterragem suave; infelizmente ninguém sabe quais são...
A probabilidade de sobrevivência é inversamente proporcional ao ângulo de aproximação na final.
Toda a gente sabe qual é a definição de uma boa aterragem: é quando se pode sair do avião pelo próprio pé.
A única situação em que se pode achar que se tem combustível a mais é quando se tiver um princípio de incêndio.
É bem melhor estar cá em baixo desejando estar lá em cima do que estar lá em cima desejando estar cá em baixo!
Um piloto é uma alma confusa que fala sobre mulheres quando está a voar e sobre vôos quando está com mulheres.
Durante uma aterragem forçada nocturna, acenda os faróis para ver a área de aterragem. Se não gostar do que viu, apague os faróis.
A hélice é simplesmente um grande ventilador na frente do avião para manter o piloto arejado. A prova disso é que, quando a hélice pára, o piloto começa a suar.

Sem comentários:

Enviar um comentário